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Miguel Ângelo Gomes, Administrador
Miguel Ângelo Gomes
Comentário · há 3 anos
Não, eu não quero o fracasso no campo, eu não quero o caos aéreo, eu não quero o caos terrestre, eu não quero o confronto entre polícia militar e militância, eu não quero turistas assustados, eu não quero a comunidade internacional criticando meu pais, dizendo que somos terceiro mundistas, não. Eu não quero superfaturamento, eu não quero que 2013 seja lembrado como um ano fracassado só para que o PT saia do poder, porque eu sei que depois dos petralhas, vem outros, antes deles haviam outros. Ou vocês acham que o PT inventou a corrupção no Brasil? Simplesmente ela nunca foi tão descarada.

Não quero perder uma batalha pra ganhar guerra errada. O PT é só uma das cabeças da Quimera, existe toda uma base aliada, existem tentáculos deste molúsculo até na oposição. Não sejamos inocentes. Nosso problema é conjuntural. Precisamos de reformas, novas forças representativas, políticos não carreiristas, gente com currículo gente com competência e capacidade.

Reclamamos da grande parcela de alienados, mas não fazemos nada para que seu senso crítico seja aclarado. Ficamos esperando que esses ignóbeis façam algo que salve a nossa educação! Nunca farão! Jamais farão! Reclamam dos meninos nos sinais, mas não são "amigos da escola", sabem muito, ensinam pouco. Falam da moral, mas não apoiam as igrejas sérias que trabalham muito bem a ética desde a infância. Temos que ser essa mudança, temos que atuar junto as ONGs, agir de maneira ativa a impactar na sociedade.

"Eu acredito é na rapaziada", que veste e soa a camisa da responsabilidade social, que adota uma causa e luta por ela, que se envolve. Não acredito que tirando o PT vamos estar resolvendo muita coisa, é um começo, sim, mas muito tímido, tirar um mau governo, não quer dizer que instaurar-se-a um melhor. O método é indutivo e não dedutivo, é da premissa menor para a maior, é agindo muito no pouco que faremos muito, é no diaadia, é nos exemplo, é gente boa se agregar com gente boa e criar uma corrente e sermos a mudança que nós mesmos queremos ser.

O poder emana do povo, só que o povão ainda não sabe disso!
Douglas Resende, Advogado
Douglas Resende
Comentário · há 3 anos
Alguém já parou para pensar que a realização seriada do exame da OAB pode provocar significativas alterações, para pior, nas grades curriculares dos cursos de Direito? Tenha certeza que algumas faculdades (não todas, é claro), a fim de lograr êxito na aprovação de seus alunos, os quais, atualmente, acreditam que passar no exame concede-lhes um atestado de jurisconsulto, promoveriam a adequação de sua grade curricular ao edital bibliográfico de cada etapa seriada.
Referida situação aconteceu com alguns bons colégios particulares que, objetivando a aprovação de seus alunos nos vestibulares seriados (UFJF, UFV, UFSJ e UFOP, por exemplo), passaram a estabelecer diretrizes de ensino amparadas nos editais dos programas seriados.
Acredito que a situação é diferente, vez que dinâmica universitária é totalmente diferente. Contudo, em algumas faculdades que, por exemplo, demitem seus professores em razão de reclamações de alunos (!), as pressões (pessoais e de mercado) poderiam ser grandes, levando-as a transformar o curso de Direito em curso preparatório para a OAB.
Ao fim e ao cabo, acredito que as Faculdades de Direito não podem ser consideradas como um meio para que seus graduandos obtenham a aprovação em concursos públicos ou exames da Ordem. Isso é consequência.
Meu caso, a título de exemplo. Estudei em uma faculdade (Faculdade de Direito da UFJF) que nunca se preocupou em preparar seus acadêmicos para concursos. O ensino, na maior parte das vezes, sempre foi direcionado ao aprendizado da Ciência do Direito (Filosofia, Sociologia e Ciências Políticas, também). Conheço poucas pessoas, felizmente, que encararam a minha faculdade como um curso preparatório. Ainda assim, os índices de aprovação no exame da OAB são altíssimos (alcançando, em muitas vezes, o percentual de 90%). Por que? Porque obter êxito em concursos é consequência do ensino jurídico que nos é fornecido.
Assim, considero que, além de não representar qualquer melhora nos índices de aprovação do exame da OAB, a realização seriada do mesmo pode significar a redução gradual da qualidade do ensino das faculdades que se renderem à ótica do curso de Direito como cursinho preparatório.
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